quinta-feira, 12 de abril de 2012

Achei muito muito pertinente.






“Não é aceitável na nossa escola”: Uma campanha de bullying homossexual? 

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.

Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo. 

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar. 

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários? 

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».
Meus caros Amigos,
Cá estou eu e antes de mais as minhas desculpas por este blog estar mais que abandonado e desleixado, mas o tempo por vezes é muito curto e como aminha vida não sofre alterações aqui segue o meu pedido de desculpas.
Venho antes de mais desejar-vos uma feliz Páscoa e quem acha que a Páscoa já passou engana-se, a Igreja celebra a Páscoa até ao dia de Pentecostes, estamos em Tempo Pascal, tempo de alegria e de Ressureição e nesta semana que acaba com o Domingo da Divina Misericórida, estamos na Oitava da Páscoa, ou seja, celebramos os dias como o domingo da Ressureição, como se toda a semana fosse um contínuo domingo.
Por isso, Que a Luz de Cristo Ressuscitado, brilhe na nossas vidas e na nossa alma, vivendo a alegria de Cristo Vivo.
 Santa Páscoa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tanto Tempo

Pois é, com o FB, Agora nem me lembro de vir aqui, e por isso isto está tão abandonado.
mas hoje lembrei-me que podia vir ver uns blogues e ver se isto ainda funcionava, e vejo que sim.

Nada se passou de novo, excepto alguns casamentos e mesmo hoje existe a festa do seminário. A festa da conversão de S. Paulo. Além disso na faculdade estamos em época de exames, vamos ver como correm.

Até Breve.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Advento IV semana

Eis que se aproxima o nosso Salvador, eis que vem...

Esperamos ansiosamente a sua vinda,

Vinde Senhor.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Natal

Para Reflectir até lá:

"... De vez enquanto a tentação é tão forte que se esquece de que Ele é Deus.

Estreita-o nos seus braços e diz-lhe: «Meu pequenino!».

Porém, noutros momentos, fica sem palavras e pensa: «Deus está aqui».

E aperta-a um temor reverencial ante este Deus mudo, perante esta criança que infunde respeito.

Olha-O e pensa:

«Este Deus é o meu bebé! Esta carne divina é a minha carne. Está feita de mim. Tem os meus olhos. E a forma da sua boca é a minha. Parece-se comigo. É Deus e parece-se comigo.»

E nenhuma mulher, jamais desfrutou assim do seu Deus, para ela mesma.

Um Deus muito pequenino que se pode estreitar nos braços e cobrir de beijos.

Um Deus quentinho que sorri e que respira, um Deus em que se pode tocar.

E que vive."

J. P. Satre

Frase da peça Barioná, em exibição no teatro da Trindade. Recomedo vivamente.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cátia & Susana - Casa dos Degredos (Estado de Graça)

Desculpem, mas nao consigo resisitir a colocar isto aqui, tá tao engraçado

Vale de Acor


Caros Amigos,

Sejamos solidários com o vale de Acor, peço-vos encarecidamente, mais que não seja, sejamos solidário também com a nossa Oração. Por aquela isntituição que ressuscita tanta gente, e que traz muita esperança.


Carlos Sécio

S. Martinho

Pensamentos II

Na Eucaristia existe uma dimensão visivel, sendo que aquela presença do real é a ausência do real (não me enganei com os termos), ou seja, para além daquela mesa, existe outra que está mais além, outro banquete. Assim a Eucaristia é o alimento dos peregrinos. A Eucaristia dá-nos fome, sacia-nos, mas provoca-nos a fome do banquete eterno e imortal.


Carlos Sécio

Pensamentos.

A nossa Existência na terra é itenerante, é um êxodo permanente. A perfeição cristã é o caminho. Para o cristão não existe, na terra, o ponto de chegada, por isso a perfeição é estar a caminho, estar sempre no caminho.

Isto é do que falamos nas aulas de teologia.

Um bom dia de S, Martinho com muitas castanhas e alguma agua pé.

Carlos Sécio